O passado no presente, rumando ao futuro: o entusiasmo de quem faz parte

“Celebrar 40 anos de atuação da Vale na região é reconhecer que, no coração da Amazônia, mineração e conservação podem caminhar juntas — com ciência, tecnologia e, acima de tudo, com pessoas que acreditam no futuro”, destaca Gildiney Sales, diretor do Corredor Norte da Vale.

A mesma sensação e igual entusiasmo se fazem presentes na declaração de todos aqueles que contribuíram e seguem contribuindo para a construção do Complexo Minerário Carajás.

Adriano Vilaça – diretor comercial de mineração da Sotreq, uma das maiores distribuidoras e revendedoras dos produtos e equipamentos da Caterpillar no Brasil – integra esse grupo. Para ele, “celebrar os 40 anos de atividades em Carajás é celebrar o crescimento conjunto e o espírito de superação. A Sotreq chegou em 1985 e, desde então, atua guiada pela excelência em segurança e qualidade. Nosso papel vai além do fornecimento de equipamentos: é sobre fortalecer a parceria com os clientes, garantindo que a modernização tecnológica ande lado a lado com a responsabilidade social e ambiental que a região e o Brasil merecem.”

O mesmo acontece com a Transportes Della Volpe que, como recorda Gilberto Della Volpe, diretor-presidente da empresa, mantém relacionamento ativo desde a década de 1970.

Tudo começou com a execução de serviços de transporte e, mais recentemente, a partir de 2005, o relacionamento evoluiu para a âmbito da confiabilidade operacional, com foco em contrato de MRO – Manutenção, Reparo e Operações – “robusto, incluindo materiais, peças, insumos e equipamentos, trabalhando com previsibilidade, com gestão por KPIs/SLA, segurança e integração de dados com visão ponta a ponta”. E complementa: Esses são os pilares que sustentam a longevidade da parceria.”

Além disso, Della Volpe, com os olhos voltados ao futuro, enxerga potencial na relação entre a transportadora e a mineradora em três frentes, assim detalhadas por ele: “Capacidade e regularidade de janelas, reduzindo lead time e filas; Integração de dados em tempo real entre as partes, elevando assertividade e planejamento de recursos; e ESG e segurança, com renovação tecnológica e ganhos de eficiência por tonelada movimentada.”

E o futuro está batendo à porta, afinal, por ocasião dos festejos dos 40 anos do Complexo Minerário Carajás, mais especificamente da EFC, a Vale lançou o Programa Novo Carajás, que, entre outros itens, prevê investimentos de R$ 70 bilhões em cinco anos (2025-2030), em linha com as projeções de produção e de investimento já divulgadas ao mercado e atualmente em vigor.

O Pará também é beneficiado pela atividade da Vale no Estado durante esses 40 anos, pois a operação da mineradora é parte relevante da atividade econômica local, esclarece a empresa, “contribuindo para consolidar a região como uma referência nacional fundamental ao desenvolvimento do País, impulsionando arrecadação, geração de empregos e movimentando toda a cadeia produtiva de fornecimento de bens, insumos, equipamentos e prestação de serviços.”