Lubrificação: atividade prioritária que caminha para monitoramento em tempo real

Lubrificantes e graxas objetivam reduzir o atrito entre superfícies em movimento e postergar o desgaste entre componentes, com reflexos positivos na vida útil de peças, na redução de ruídos, na eficiência e na segurança das máquinas, assim como na rentabilidade.

Um trabalho desenvolvido segundo as boas práticas de lubrificação também compreende aumento da produtividade da máquina e das ferramentas e redução dos custos com paradas não programadas para manutenção.

Segundo José Rodrigues da Motta Júnior, diretor Comercial da ALL Lubrificantes, todos os benefícios são potencializados no caso de parceria de longo prazo entre a fabricante do lubrificante ou da graxa e o cliente.

Citando a empresa em que atua como exemplo, Motta Júnior agrega como fator de proximidade e de valorização do fornecedor pelo cliente o suporte técnico “por equipe experiente no processo produtivo dos clientes.”

A declaração de Renata Vitiello – coordenadora de Marketing B2B Moove, da Mobil – resume a abrangência dos fluidos lubrificantes e das graxas, ao listar as inúmeras finalidades, “seja levando astronautas para o espaço, movimentando todos os setores industriais, movendo as colheitas de terras agrícolas, fretes terrestres, aéreos e marítimos, movimentando carros, motos e caminhões.”

Em outras palavras, os produtos e as soluções, como as da Mobil e Moove, “estão presentes em todas as indústrias, tais qual mineração, siderurgia, papel e celulose, alimentos e bebidas, agronegócio, entre outros”, detalha Vitiello.

“Manter o mundo em movimento soa um pouco fora de contexto à primeira vista, mas somos realmente movidos por essa ideia”, comenta Carlos A. M. Muchao, gerente comercial da Divisão de Mineração da Fuchs Brasil citando o lema da empresa (Moving your world), detalhando que “nossa empresa prospera com o espírito da engenharia. Isso nos permite criar soluções de lubrificação inovadoras e tecnológicas que têm um efeito sustentável e duradouro.”

Fortalecendo o princípio da Fuchs e relacionando-o ao objetivo essencial da lubrificação, Muchao complementa: “Para nós, ficar parado não é uma opção. E a questão é como soluções de lubrificação inovadoras podem contribuir para produtos melhores e mais sustentáveis. Não nos concentramos apenas no tema do movimento em si, mas acima de tudo no movimento que criamos para nossos clientes com nossas ideias e soluções.”

Irregularidades

Todo mercado – em especial os mais atraentes – é passível de irregularidades, que podem ser minimizadas por parceria e proximidade entre os diversos atores do mercado, incluindo os fabricantes de máquinas, equipamentos, veículos, motores etc.; distribuidores e varejistas, além das produtoras dos fluidos lubrificantes e das graxas e o usuário final, também alinhadas como fundamentais para evolução do setor e redução da utilização de produtos clandestinos por outros integrantes desse segmento.

Desse grupo, faz parte o engenheiro Nilson Fernando Morsch, diretor-presidente do Simepetro – Associação dos Produtores e Importadores de Lubrificantes do Brasil -, para quem a união entre todos os elos da atividade é essencial para que práticas pouco apropriadas sejam abolidas. Como exemplo, cita o combate à não qualidade dos lubrificantes, problemática que afeta todos os produtores de lubrificantes.

Esse movimento, nos últimos anos, computou ”incremento significativo, sendo que hoje chega a 10% de produtos clandestinos no mercado nacional”, constata Morsch, explicando que tal prática “prejudica muito a decisão de consumidores e compradores na indústria.”

A solução para o problema existe, e resulta do trabalho conjunto entre “todas as entidades do mercado, como Simepetro, Sindilub (Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes), Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificante), ICL (Instituto Combustível Legal) e outros, junto com a ANP, que trabalham focados para minimizar o crescimento de produtos não conformes”, comenta Morsch.

No entanto, a solução também depende da atenção, da conscientização e da união entre todos, incluindo o consumidor final: “Pedimos que antes de fazer qualquer aquisição avalie se o lubrificante possui registro na ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), desconfie de preços muito baixos, porque podem correr sérios riscos de performance e quebra de máquinas.”

Mercado estabilizado

“Estamos em um momento de estabilidade no mercado de lubrificantes, porém, acreditamos que, como o Brasil será um dos últimos a aderir ao efeito da eletrificação dos veículos, teremos muitas oportunidades para os próximos anos”, estima Morsch, sinalizando diferenças quando o tema é o mercado industrial que, para ele, apresenta ”muitos desafios para o empreendedor e prejudica a busca por crescimento”. Ele está falando sobre gargalos como “as taxas de juros, que não geram atração para investimentos de grande porte, e as incertezas políticas.”

Reportando-se a 2026, o diretor-presidente do Simepetro resume o cenário ao afirmar: “Teremos um ano conturbado, com muitos desafios, com o mercado andando de lado, sem crescimento importante”. Morsch está se referindo, principalmente às eleições presidenciais e governamentais no Brasil e à Copa do Mundo, “um evento esportivo que gera efeitos laborais nas empresas”.
A perspectiva, no entanto, é de estabilidade, “pois o mercado não pode parar, ele se movimenta, e a necessidade de ter lubrificantes, lubrificando os equipamentos e veículos é fundamental”, reconhece o executivo do Simepetro.

Presença ilimitada

Entre os tradicionais fornecedores de soluções de lubrificação está a Mobil, como explica Renata Vitiello – coordenadora de Marketing B2B Moove, da Mobil – lembrando que os produtos da empresa “e os serviços da Moove, enquanto responsável pela operação e distribuição dos lubrificantes Mobil no Brasil, estão presentes nos mais diversos segmentos do mercado.”

A universalização da presença dos lubrificantes e graxas nas diversas atividades que compõem a economia no geral tem como motivador a elevação dos indicadores de produtividade das máquinas e dos equipamentos, assim como a redução das paradas não programadas, afinal, a lubrificação é essencial para reduzir atrito e desgaste, aumentando a vida útil das máquinas e equipamentos.

A lubrificação previne falhas e paradas inesperadas, garantindo maior confiabilidade operacional. Também ajuda a controlar a temperatura e proteger contra corrosão e contaminação. Com menor atrito, contribui para a eficiência energética e a redução de custos. Assim, é um fator chave para produtividade, segurança e manutenção preventiva.

Fornecedora de lubrificantes industriais (óleos solúveis, protetivos, lubrificantes, de têmpera, desengraxantes) e de serviços (regeneração de lubrificantes industriais usados e sistema de gestão do uso de fluidos solúveis), a ALL quantifica os custos com os lubrificantes no setor industrial ao redor de “3% dos gastos da indústria no processo produtivo”, comenta que “os lubrificantes e os fluidos de processos são vitais para a boa produtividade dessas empresas”, informa Motta Júnior.

Para o diretor comercial da ALL, “os lubrificantes são responsáveis por fornecer energia, alimentar e limpar todos os componentes do sistema, a fim de que o equipamento tenha a melhor performance.” Fazendo uma analogia com o sangue no corpo humano, diz: “O sangue contaminado, por exemplo, provoca problemas no sistema como um todo. Da mesma forma, é na análise de sangue que os profissionais conseguem analisar onde podem ocorrer os principais problemas.”

Reconhecendo o papel atual dos lubrificantes na transição energética, Thiago Ferreira Veiga, líder de P&D para Lubrificantes e Combustíveis da Vibra, destaca três ângulos desse cenário. O primeiro envolve eficiência energética com consequente redução do consumo de combustível; seguido da extensão dos períodos de troca, elevando disponibilidade e diminuindo resíduos de óleo usado. O terceiro aspecto listado por Veiga relaciona-se a novas tecnologias com bases vegetais ou biodegradáveis, mantendo performance com menor impacto ambiental.

Avanços em sustentabilidade

Em que pese o investimento contínuo das fabricantes de lubrificantes e graxas em inovação, máquinas e equipamentos ainda precisam de maior confiabilidade, monitoramento em tempo real e manutenção facilitada. “É necessário avançar em sustentabilidade, com redução de energia, emissões e resíduos. A segurança operacional deve ser constantemente reforçada para evitar falhas críticas. Evoluções incluem integração digital (Indústria 4.0), automação da lubrificação e lubrificantes mais avançados”, alerta Vitiello.

Reforçando o papel estratégico da lubrificação para “reduzir desgaste, prolongar a vida útil dos equipamentos, minimizar paradas não programadas e aumentar a eficiência energética”, Luiz Maldonado – fundador e CEO da brasileira Lubvap Special Lubricants – frisa que “sem ela, a indústria perde produtividade e competitividade”, alinhando entre os objetivos da atividade a diminuição do consumo energético; a redução do descarte de resíduos com produtos biodegradáveis e de longa duração; e a busca de melhorar a eficiência da lubrificação, reduzindo atrito e consumo de combustível e de energia elétrica.

“Estimulamos a recuperação e o reaproveitamento de óleos industriais, utilizamos embalagens recicláveis e desenvolvemos soluções que reduzem a geração de resíduos, alinhadas às práticas de economia circular”, frisa Maldonado.

Desse modo, confirma-se que a discussão sobre emissão de gases de efeito estufa (GEE), descarbonização da economia, combustíveis alternativos, eletrificação vem acontecendo há algum tempo também entre as produtoras de lubrificantes e graxas, embora seus reflexos no mercado ainda são insipientes e permitem ao setor trabalhar com perspectivas de crescimento.

Para Morsch, essa realidade não significa que inexiste a preocupação dos fabricantes de graxas e lubrificantes com a sustentabilidade e o controle das emissões, inclusive para o setor industrial. Ao contrário, “as tendências estão ligadas a ter lubrificantes e graxas mais amigáveis com o meio ambiente. Nesse contexto, os biolubrificantes conquistam espaço, assim como as graxas especiais para serem aplicadas em equipamentos de maior severidade e performance.”

Nesse sentido, entre os fabricantes que contribuem para a redução das emissões de GEE está a Moove que, assegura a coordenadora de Marketing B2B da empresa, “conta com soluções de lubrificação que proporcionam extensão do intervalo de troca dos lubrificantes, ou seja, usando-os por mais tempo e diminuindo a quantidade de trocas, por consequência há menos consumo de lubrificantes no mesmo período, gerando redução da pegada de carbono, menos descarte de produtos e embalagens.”

No caso da Vibra, que busca reunir tradição, inovação, performance e sustentabilidade, investindo continuamente em P&D para acompanhar a transição energética, garantir a evolução de performance dos produtos e fortalecer a competitividade dos clientes, a evolução está fundamentada em três eixos principais, assim resumidos por Veiga: eficiência energética, com redução de atrito e incremento de performance; maior resistência, via pacotes de aditivos para cargas extremas e longas jornadas; e digitalização, para monitoramento em tempo real e manutenção preditiva.

Rerrefino, novos compostos e economia circular

A ALL Lubrificantes, por sua vez, já atua numa linha ambientalmente sustentável “fornecendo óleos isentos de petróleo, nas demandas em que o produto tem aplicação. No caso dos óleos solúveis de usinagem, por exemplo, nossos produtos evitam descartes e são biodegradáveis”, avisa Motta Júnior, lembrando a iniciativa da empresa de serviços de regeneração de lubrificantes usados, que contribui para a pegada de carbono, uma vez que fecha o ciclo de vida do óleo e evita várias etapas emissoras de CO2 que seriam necessárias na produção de óleo novo a partir de petróleo bruto.

“A unidade móvel de regeneração fecha o ciclo (take-make-reuse), prolongando a vida útil do recurso e reduzindo a dependência de novos insumos fósseis”, avisa o diretor comercial da ALL, assegurando que essa iniciativa “ajuda as indústrias a atingirem suas metas de ESG e descarbonização.”

Vitiello conta que, em 2022, a Moove foi pioneira em lançar as suas embalagens de lubrificantes confeccionadas “com resina pós-consumo (PCR). Essa iniciativa contribui para a redução de plásticos no meio ambiente e garante a integralidade e qualidade do produto e da embalagem”.

A executiva soma, ainda, iniciativas outras, a exemplo de parceria com o Instituto Jogue Limpo, uma associação que promove a logística reversa e a reciclagem de embalagens plásticas de óleo lubrificante usadas no Brasil. “Através deste programa, a Moove contribui para a redução do consumo de plástico virgem e o descarte adequado das embalagens, alinhando-se a práticas de economia circular”, comemora Vitiello.

Investimentos em P&D vem sendo intensificados na Vibra nos últimos quatro anos e – enfatiza Veiga – resultados positivos são computados, a exemplo de produtos em linha, “com básicos rerrefinados, que entregam performance igual ou superior a equivalentes de primeiro refino. Também oferecemos um programa que cuida de ponta a ponta do ciclo de vida do produto, incluindo retirada e destinação adequada de embalagens e de óleo usado (OLUC). Operamos ciclos fechados com clientes: coletamos o OLUC, destinamos ao rerrefino, recebemos o básico rerrefinado, produzimos novos lubrificantes e entregamos novamente para a mesma operação, fechando o ciclo.”

Segundo o líder de P&D para Lubrificantes e Combustíveis da Vibra, a fabricante também se destaca no segmento de embalagens. “Somos membros fundadores do Instituto Jogue Limpo, reduzimos o uso de plástico, aumentamos o conteúdo reciclado (plástico e papelão) e oferecemos serviços de recolhimento de plásticos e tambores metálicos em clientes.”

E mais, “a Vibra é protagonista e pioneira na viabilização de HVO (óleo vegetal hidrotratado), SAF (combustível sustentável de aviação) e misturas avançadas de biodiesel. Estamos prontos para a evolução regulatória (B15, B20 e superiores), com soluções técnicas e combustíveis aditivados que asseguram compatibilidade e desempenho, permitindo avanço seguro nessa agenda”, enaltece Veiga, utilizando como exemplo o Vibra Agritop, lançado em 2024, “pronto para B20, que já demonstrou redução superior a 5% no consumo em máquinas agrícolas e eliminou paradas ligadas a depósitos em filtros e sistemas de injeção.”

Tendências em inovação na indústria e na mineração

Como setor dinâmico em permanente movimento, a lubrificação, em especial aquela voltada ao setor de máquinas e equipamentos, trabalha com um futuro caracterizado por sistemas automatizados, inteligentes e conectados à manutenção preditiva. Lubrificantes semissintéticos, sintéticos e/ou biodegradáveis ganham espaço, com maior durabilidade e resistência a condições extremas, garantindo o maior intervalo de troca em horas. Sensores em tempo real permitem monitorar contaminação, viscosidade e desgaste.

Maldonado entende que o futuro pede automação da lubrificação para reduzir falhas humanas; produtos biodegradáveis que unam desempenho e sustentabilidade; monitoramento em tempo real com sensores e IA (Inteligência Artificial); e soluções para condições extremas, como altas temperaturas, cargas severas e contato intenso com água/poeira.

Olhando para o desenvolvimento das máquinas e equipamentos, Motta Junior exalta a evolução das máquinas, que define como “ultra modernas”, mas, em contrapartida, “ainda trabalhamos com tecnologias, principalmente de lubrificantes, muito ultrapassadas. É como se tivéssemos uma Ferrari e colocássemos um óleo simples no motor. Seja por desconhecimento técnico, seja por conta do status quo, embora haja muita inovação no setor, muitas empresas são reticentes em conhecer e testar as soluções e tecnologias mais atuais à disposição”, lamenta.

Para o líder de P&D para Lubrificantes e Combustíveis da Vibra, as principais demandas envolvem maior durabilidade, desempenho em condições severas, compatibilidade com novos combustíveis e soluções que unam performance a menor impacto ambiental.

“A evolução passa por novas bases, aditivos de última geração e digitalização (monitoramento remoto e preditivo). Hoje, a métrica central é o TCO (Total Cost of Ownership): o lubrificante reduz custos anuais de manutenção, diminui períodos não produtivos por paradas e otimiza os custos diretos com lubrificação e consumo de lubrificantes”, reforça Veiga, e detalha: “Na mineração, avançamos para lubrificantes de ultra performance integrados a soluções digitais, elevando a disponibilidade e reduzindo o custo total de propriedade.”

Na visão do CEO da Lubvap, a evolução também está em digitalização e monitoramento inteligente (IoT e IA), produtos sustentáveis de longa vida útil e automatização total da aplicação. Especificamente com relação à aplicação de lubrificantes a máquinas e equipamentos utilizados na mineração, “o foco será em produtos altamente resistentes à água, poeira e pressão extrema, integrados a sistemas automáticos para máxima segurança e eficiência, no que tange especificamente à mineração.”

Como exemplo, Maldonado cita produtos desenvolvidos pela empresa voltados a atender essas necessidades, como uma graxa biodegradável, “altamente adesiva e resistente à água, ideal para cabos de aço, correias e equipamentos pesados. Utilizada em conjunto com nossa solução avançada para lubrificação automática de cabos de aço, que garante aplicação contínua e precisa, é possível elevar a produtividade, reduzindo custos de manutenção.”

Na mineração, Vitiello destaca sistemas centralizados robustos para reduzir paradas e suportar ambientes severos. “O foco é combinar eficiência, segurança operacional e sustentabilidade, combinando a oferta dos lubrificantes e soluções Mobil e Moove, por exemplo”, resume ela.

Já Motta Júnior entende que “este segmento já percebeu que precisa trabalhar com os melhores fluidos lubrificantes para obter o melhor rendimento dos seus equipamentos, minimizando paradas e perda de produtividade. Além de produtos, para o segmento de mineração a ALL Lubrificantes também oferece o serviço de regeneração dos óleos hidráulicos usados: temos uma unidade móvel que se desloca até a planta do cliente para fazer a recuperação dos lubrificantes, promovendo a redução dos custos operacionais com a compra de óleo novo, descarte do usado, entre outros ganhos.”

O diretor comercial da ALL acredita que o setor industrial como um todo sempre vai absorver as melhores práticas e as evoluções que porventura vierem, em termos de produtos e serviços também. E comenta: “Sempre oferecendo aos clientes maior disponibilidade e confiabilidade dos equipamentos, a ALL Lubrificantes tem atuado fortemente nos sistemas de gestão de fluidos com um software próprio e qualificação das equipes (próprias e de clientes), com relatórios em tempo real a fim de otimizarem os ganhos.”

Exemplificando, a coordenadora de Marketing B2B Moove narra que a Mobil conta com produtos pensados especificamente para as condições de operações mais severas encontradas em ambiente de mineração, com presença e exposição de contaminantes, poeira, entre outros. Recentemente a empresa lançou um lubrificante semissintético e um pacote de aditivos robusto, que proporciona a extensão de intervalo de troca de até 1.000 h em carregadeiras que operam em condição severa.

Outro produto que também é focado para aplicação de pinos e buchas de carregadeiras é uma ggraxa exclusiva com tecnologia de complexo de lítio, um pacote de aditivos para proporcionar resistência à água e estabilidade ao cisalhamento, além de 5% de bissulfeto de molibdênio, proporciona uma capacidade de carga equilibrada em todas as condições de carga, velocidade e temperatura enfrentadas pelos equipamentos de mineração usados cotidianamente nos trabalhos de escavação e movimentação de depósitos minerais.

Para Muchao, na Fuchs, a mineração ocupa posição de destaque, merecendo “um portfólio completo de produtos e serviços voltados para essa indústria. Isso inclui soluções abrangentes que cobrem todas as etapas do processo, desde a extração na mina até o beneficiamento final dos minerais. Além disso, temos soluções inovadoras que ajudam a melhorar a produtividade, reduzir o desgaste dos equipamentos e minimizar o impacto ambiental.”